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Vox Populi: Dilma tem 45%; Aécio 44%

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O instituto Vox Populi divulgou sua primeira pesquisa do segundo turna para Presidente da República nesta segunda-feira (13). O levantamento mostra que a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB) estão empatados tecnicamente. A petista aparece com 45% contra 44% do tucano. Os votos brancos e nulos são 5%. Os indecisos também somam 5%. A margem de erro é de 2,2 percentuais.

Nos votos válidos, que é feito com a exclusão de amostra dos votos brancos, nulos e indecisos, Dilma aparece com 51% e Aécio com 49%.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores em 147 cidades de todas as regiões do País entre o sábado (11) e domingo (12). O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-01079/2014.

Da redação/Folha -PE

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Governo manterá alerta após descartar suspeita de ebola

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O Ministério da Saúde descartou, nesta segunda-feira (13), a suspeita de que Souleymane Bah, de Guiné, esteja com o vírus ebola. A contraprova do exame, também feita pelo Instituto Evandro Chagas, deu negativo. Bah deve receber alta do hospital Evandro Chagas nos próximos dias. As demais 62 pessoas que tiveram contato com o paciente na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Cascavel (PR), onde ele foi atendido no primeiro momento, também deixarão de ser monitoradas.

De acordo com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a equipe do hospital ainda fará alguns exames em Bah para tentar identificar se ele está com alguma outra doença transmissível. Já foram feitos testes rápidos de dengue, HIV e Malária – todas foram descartadas.

Apesar de descartado o primeiro caso, Chioro garante que o alerta será mantido. “Todas as medidas de vigilância permanecem, apesar do baixo risco de que o ebola chegue ao País”, afirmou. Nesta segunda-feira, foram feitas reuniões com a Secretaria de Portos, o Ministério da Defesa e o Ministério do Turismo para intensificar as medidas de atenção. Entre as medidas definidas estão uma reunião com práticos dos portos, que têm contato direto com as tripulações de navios, e algum tipo de alerta para ser distribuído em portos e aeroportos, em forma de panfleto ou cartilha, explicando os riscos e sintomas.

A expectativa mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que a epidemia leve pelo menos seis meses ainda para ser controlada, o que justifica a manutenção do alerta. Nos últimos dias, o avanço no número de casos e a falta de pessoal e de recursos financeiros fez com que a organização dobrasse o período de tempo esperado para controlar a expansão do ebola na África Ocidental.

Chioro garante que as medidas são preventivas e que os riscos de contágio no Brasil são pequenos. “Nós não temos nenhum voo direto ou com escala de nenhum dos três países (Guiné, Serra Leoa e Libéria). Então são três barreiras de monitoramento até chegar ao Brasil: na saída dos países, onde 77 pessoas já foram impedidas de viajar, no país onde é necessária fazer uma conexão e depois nos nossos aeroportos”, explica.

O número de brasileiros nesses locais também é reduzido. Apenas dois em Serra Leoa, 25 na Libéria e 33 na Guiné, incluindo pessoal de ajuda humanitária e diplomatas e outros funcionários do serviço exterior. Todos estão sendo acompanhados e, se manifestarem algum sintoma, serão repatriados para serem tratados no Brasil, de acordo com as normas da OMS.

Da redação

 

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Confira a lista da nova Executiva Nacional do PSB

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Eleita nesta segunda-feira (13), o novo colegiado do PSB em Brasília estará à frente do partido até 2017. Confira a lista:

1. Presidente
Carlos Roberto Siqueira de Barros

2. Primeiro Vice-Presidente
Governador Paulo Henrique Saraiva Câmara

3. Vice-Presidente de Relações Governamentais
Deputado Luiz Roberto de Albuquerque

4. Vice-Presidente de Relações Interpartidárias
Senador João Alberto Rodrigues Capiberibe

5. Vice-Presidente de Relações Parlamentares
Senador Fernando Bezerra de Souza Coelho

6. Vice-Presidente para Políticas Públicas
Governador Ricardo Vieira Coutinho

7.Vice-Presidente de Relações Institucionais
Senador Rodrigo Sobral Rollemberg

8. Vice-Presidente de Relações Federativas
Governador João Lyra Neto

9. Vice-Presidente para Movimentos Sociais
Prefeito Rubens José França Bomtempo

10. Secretário Geral
Governador José Renato Casagrande

11. Primeiro Secretário Nacional
Prefeito Geraldo Julio de Melo Filho 

12. Segundo Secretário Nacional
Senador Antonio Carlos Valadares

13. Secretário Nacional de Finanças
Deputado Márcio Luiz França Gomes

14. Segundo Secretário Nacional de Finanças
Severino Nunes de Araújo

15. Secretaria Especial
Deputado Julio César Delgado

16. Secretario Especial
Aluísio Sérgio Novais Eleutério

17. Secretaria Especial
Senadora Lídice da Mata e Souza

18. Secretaria Especial
Prefeito Luciano Ferreira de Souza (Luciano Leitoa)

19. Secretaria Especial
Governador Carlo Camilo Góes Capiberibe

20.Secretaria Especial
Governador Wilson Nunes Martins

21. Secretaria Especial
Milton Coelho da Silva Neto

22. Secretaria Especial
Mari Elisabeth Trindade Machado

23. Secretaria Especial
Vice-Prefeita Wilma Maria de Faria

24. Secretaria Especial
Kátia Born Ribeiro

25. Secretaria Especial
Cláudio Valverde Santos

26. Secretaria Especial
Deputado Cássio Coelho Andrade

27. Secretaria Especial
Sérgio Maurício Brito Gaudenzi

28. Secretaria Especial
Prefeito Jonas Donizetti Ferreira

29. Secretaria Especial
Deputado Serafim Fernandes Correa

30. Secretaria Especial
Prefeito Waldomiro Lopes da Silva Júnior

31. Secretaria Especial
Prefeito Márcio Araújo de Lacerda

32. Secretaria Especial
Prefeito Mauro Mendes Ferreira

33. Secretária do Movimento Popular
Maria de Jesus Matos

34. Secretário da Juventude
Tony de Siqueira Sechi

35. Secretaria de Mulheres
Auxiliadora Maria Pires Siqueira da Cunha

36. Secretária do Movimento Negro
Valneide Nascimento

37. Secretaria Sindical
Joilson Antonio Cardoso do Nascimento

38. Secretário do Movimento LGBT
Otávio Oliveira.

Da redação

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Cardeal diz que acolhida aos gays não mudará valores da Igreja Católica

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O arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Raymundo Damasceno, afirmou em entrevista ao G1 que “acolher pessoas do mesmo sexo não significa aprovar suas escolhas”. O cardeal está no Vaticano participando do sínodo dos bispos e pediu, durante discurso na última quarta-feira (8), que a Igreja Católica acompanhe “situações familiares difíceis”, como considera no caso dos homossexuais.

“Somos chamados a acolher toda pessoa, porque é criatura de Deus. Sem fazer discriminações do ponto de vista étnico, religioso, sexual e moral. Mas isso não significa que estamos aprovando o que a pessoa faz. Para nós, o matrimônio é união entre homem e mulher em vista de uma comunhão total, para a geração da vida”, afirma.

Nessa segunda-feira (13), um documento do Vaticano declarou que os homossexuais têm “dons e qualidades a oferecer” e indagou se o catolicismo pode aceitar os gays e reconhecer aspectos positivos de casais do mesmo sexo..

Para Dom Raymundo, o sínodo extraordinário, que tem como tema a família, é uma oportunidade para que a Igreja possa avançar nestas questões e lidar melhor com elas. “Após este processo teremos orientações mais concretas para ajudar igrejas, paróquias a lidar com essas pessoas e ajudá-las de alguma forma”, avalia.

O cardeal também considera que a Igreja tem evoluído neste debate, uma vez que busca ouvir experiências vividas em pastorais, mas não deverá mudar seus valores básicos. “Esperamos que, neste processo sinodal, essas experiências sejam mais aprofundadas e partilhadas e a Igreja possa discernir e propor caminhos para que nas Dioceses, Paróquias e Comunidades se ofereça acompanhamento específico para pessoas homossexuais que procuram apoio”, disse.

A primeira etapa do sínodo, convocado pelo Papa Francisco, acontece desde o dia 5 de outubro e se estende até o próximo domingo (19) no Vaticano.

Da redação/G1

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UFRPE vai oferecer pelo menos 3.840 vagas no Sisu

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Quem deseja estudar na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) tem que primeiro participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), nos dias 8 e 9 de novembro. Depois, esperar a abertura das inscrições do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que devem ocorrer em janeiro de 2015.

A previsão é que a Rural ofereça, em 2015, o mesmo número de vagas deste ano, 3.840. Agora em 2014 foram 3.240 no Sisu do início do ano, com opções de entrada no primeiro ou no segundo semestre. Outras 600 vagas foram disponibilizadas em junho, no novo câmpus do Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife. A unidade começou a funcionar em setembro, ofertando cinco graduações de engenharia (civil, eletrônica, mecânica, elétrica e de materiais).

A UFRPE tem câmpus também no Recife (24 cursos), Garanhuns, no Agreste (7 cursos), e Serra Talhada, no Sertão (9 cursos).

Da redação

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Problemas do setor elétrico devem esquentar debate do segundo turno

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Um tema aparentemente técnico, mas que mexe diretamente com a vida dos brasileiros, deve estar presente nos debates do segundo turno da campanha à Presidência da República: a energia elétrica. Se, por um lado, a candidata do PT, Dilma Rousseff, deverá lembrar o racionamento de energia de 2001, durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves, do PSDB, deve focar suas críticas nos problemas atuais do setor, que podem resultar em reajustes na conta de luz.

Para o professor de ciência política da Universidade de Brasília (UnB) David Fleischer, a questão da energia elétrica vai dar um “bate-boca quente” no segundo turno das eleições. Segundo ele, a tentativa do governo de reduzir a tarifa de energia resultou em “desastre total” para as distribuidoras. “Todo esse populismo, o Aécio vai abordar. E, claro, a Dilma vai retrucar com o apagão que houve no governo FHC”, analisa.

A Medida Provisória 579, de 2012, promoveu a redução dos preços da energia elétrica em 20% em média, mas estabeleceu uma série de condições para as distribuidoras de energia, como a renovação antecipada das concessões que estavam para vencer.

Segundo análise do Tribunal de Contas da União, a medida trouxe desequilíbrio nas contas do setor elétrico, processo agravado pelas chuvas abaixo do normal nos últimos meses.

Com isso, o governo teve que adotar medidas para socorrer as distribuidoras, como a alocação de recursos do Tesouro e a autorização para empréstimos no mercado, que deverão ser repassados para os consumidores por meio da conta de luz.

O coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde de Castro, acredita que o assunto deve ser tratado de forma mais técnica durante a campanha.

“Não creio que a questão da política energética em si receba um grande destaque, porque é algo que tem um embasamento técnico muito grande e possivelmente não se preste a discussões em campanhas eleitorais, onde se busca muito mais destacar emoções do que razões”, avalia.

Mesmo assim, ele acha que tanto o racionamento de 2001 quanto os problemas atuais do setor podem ser abordados pelos dois candidatos. “Cada um tem os seus argumentos, a presidenta Dilma tem razão de trazer à tona a questão do racionamento de 2001, porque ele teve como causa básica a perda da capacidade de planejamento. E o Aécio, certamente, vai trazer a questão da crise financeira, que tem uma correlação direta com a crise hidrológica que o país está passando”, disse.

Em entrevista à Agência Brasil, Aécio Neves disse que a situação do setor elétrico brasileiro é trágica. Segundo ele, os recursos aplicados pelo Tesouro nas distribuidoras de energia poderiam ir para outras áreas, como saúde, educação e segurança pública.

“Essa política de usar dinheiro do Tesouro para forçar a queda das tarifas não deu certo e causou instabilidade ao sistema. O que precisa ser feito é ampliar a oferta, com o uso de energia eólica, por exemplo, mas só isso não é suficiente”, disse o candidato.

A candidata Dilma Rousseff lembrou recentemente, em sua conta no Twitter, o racionamento de energia ocorrido em 2001, durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que é do mesmo partido de Aécio Neves. “O povo brasileiro não quer de volta aqueles que trouxeram o racionamento de energia”, disse Dilma.

O programa de racionamento foi adotado de junho de 2001 a fevereiro de 2002 para evitar um colapso no abastecimento de energia e atingiu as regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e parte da Região Norte.

Da redação

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Dilma minimiza apoio de Marina a Aécio

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A presidente Dilma Rousseff (PT) tentou minimizar o apoio de Marina Silva (PSB) ao candidato Aécio Neves (PSDB) em evento neste domingo (12) em São Paulo. Eu não acredito em transferência automática de votos.

Marina teve mais de 22 milhões de votos, e o presidente do PT, Rui Falcão, disse nesta terça (7) que o partido até mudaria o programa pelo apoio da ex-senadora.

Dilma disse achar compreensível a adesão de Marina à campanha tucana pela afinidade dos programas.

Eles são a favor da independência do Banco Central, nós não somos. Eles são a favor de reduzir o papel dos bancos públicos, nós não somos. Porque reduzir o papel dos bancos públicos significa acabar com o Minha Casa, Minha Vida. Tem coisa que eu não incorporo [NO PROGRAMA] nem que a vaca tussa.

Em evento ligado ao Dia das Crianças, Dilma criticou os programas sociais de Aécio para a infância quando era governador de Minas.

Segundo ela, Minas teve a menor redução da taxa de mortalidade infantil entre os grandes Estados de 2003 e 2010. A queda em Minas, de acordo com ela, foi de 19%, enquanto na Bahia esse índice chegou a 33,5%.

A presidente assinou um compromisso com a Fundação Abrinq, mantida por fabricantes de brinquedos, no qual promete adotar políticas de proteção à infância.

Ainda de acordo com Dilma, Minas deixou de gastar R$ 7,6 bilhões em saúde entre 2003 e 2010, ao não aplicar o índice previsto na Constituição para essa área, de 12% da receita.

É importante registrar isso porque mostra bem a qualidade do choque de gestão feito em Minas Gerais, afirmou a presidente.

Dilma esquivou-se de comentar as afirmações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef de que o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, recebeu recursos desviados da estatal na campanha de 2010. Para a presidente, isso é uma questão do PT.

Costa disse à Justiça que o PT ficava com 3% do valor líquido de contratos das diretorias da Petrobras que o partido indicara. Segundo Costa, PMDB e PP também eram beneficiados pelo esquema.

A campanha de Aécio disse em nota que Dilma é quem está acabando com o Minha Casa, Minha Vida, ao acumular dívidas de R$ 10 bilhões. A nota refuta a declaração de que Aécio enfraquecerá os bancos públicos.

A campanha disse que Dilma mente ao afirmar que ele deixou de gastar R$ 7,6 bilhões em saúde. Para o tucano, não havia regulamentação sobre que tipo de gasto era considerado aplicação em saúde, e diversos Estados incluíam investimento em saneamento. De acordo com a campanha, isso ocorreu em Minas e em Estados governados pelo PT, como o Rio Grande do Sul.

Da redação/JC

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Participação da família é decisiva para formação do jovem leitor

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Transformar a leitura em um momento prazeroso para as crianças pode ser a chave para a formação de jovens e adultos leitores. Neste 12 de outubro, que marca o Dia Nacional da Leitura e Dia da Criança, especialistas e professores ouvidos pela Agência Brasil avaliam que a leitura não pode ser encarada como uma obrigação e a participação da família desde cedo pode ser decisiva nesse processo.

Com 25 livros infantis publicados e mãe de três filhos, a escritora Alessandra Roscoe diz que uma relação prazerosa das crianças com a leitura é a principal forma de aproximar os pequenos dos livros. Alessandra conta que já lia para os filhos antes mesmo de eles nascerem, quando ainda estava grávida.

“Você cria um vínculo afetivo, uma relação muito mais forte, com a voz da mãe, do pai, com quem quiser ler em voz alta para a barriga. A criança estimulada a encontrar o livro desde cedo tem uma relação prazerosa com a leitura, e não uma relação de obrigação, não uma coisa chata”, diz.

Alessandra faz uma crítica aos pais que “escondem” os livros dos filhos. Para ela, os livros precisam ficar ao alcance das crianças. “A criança tem que ter acesso, tem que poder manusear. Não adianta ter aquele livro na última prateleira da estante, dizer que tem livros infantis maravilhosos, mas não ler com o filho”, argumenta.

A socióloga Zoara Failla, do Instituto Pró-Livro, também defende que transformar a leitura em um momento de reunião com a família é um passo importante na formação de novos leitores. “É fundamental que a família dê o exemplo. Quando você lê para crianças, em momentos lúdicos, cria na memória dessa criança algo afetuoso”.

Zoara, que também coordena a pesquisa Retratos da Leitura do Brasil, defende a importância de se presentear a criança com livros como forma de criar gosto pela leitura. Segundo a pesquisa, 88% daqueles que gostam de ler ganharam livros em algum momento da vida.

“A criança que ganha um livro, vê que aquilo é importante. Quando a criança está alfabetizada, a leitura contribui para o vocabulário, para a melhora da capacidade da escrita. É principalmente por meio da leitura que a criança tem acesso ao conhecimento, à cultura, o que é muito importante para a formação desses cidadãos”, defende.

925062-flip_paraty_rj_-6898A leitura mediada é a base do projeto Roedores de Livros, no Distrito Federal. A iniciativa, coordenada pela professora Ana Paula Bernardes, promove leituras em grupo com crianças de 5 a 14 anos, além de funcionar como uma biblioteca.

“A gente conquista uma criança lendo para ela. Ela sente muito prazer em estar junto a um adulto, em alguém estar lendo com ela.”

A professora cobra mais envolvimento das famílias para a formação de jovens leitores. “Coloquem os livros em coisas gostosas da família. Levem a criança a uma livraria, biblioteca, leiam para a criança. A criança vai associar a leitura com uma coisa boa”, recomenda.

Para Ana Paula, o principal benefício da leitura na vida das crianças é a formação de cidadãos críticos. “Esse dia a dia com o livro e com pessoas que leem, que conversam, que discutem, traz um enriquecimento muito grande, faz com que essas crianças fiquem mais atentas aos detalhes.”

Professora da rede pública do Distrito Federal, Fabiana Machado dá aulas para crianças de 6 e 7 anos, em uma turma do 1º ano do ensino fundamental. Fabiana diz que percebe a diferença em sala de aula entre os alunos que costumam ler e o que não gostam dos livros.

“Muitos alunos ainda estão começando a aprender a ler, mas é visível que aqueles que se esforçam para ler uma história, que pedem livros, tem uma desenvoltura maior em sala”. Para a professora, o incentivo dos pais é fundamental na formação de leitores.

“Não adianta eu dizer que a leitura é importante, que a criança tem de ler, se os pais não dão exemplo”, completa.

Da redação/ABC

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