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No Dia Internacional de luta contra a violência à mulher grupos de mulheres realizam panfletagem em Ouricuri

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No dia 25 de novembro comemora-se o Dia Internacional de Luta Contra a Violência à Mulher. A data foi escolhida para homenagear as irmãs Mirabal (Pátria, Minerva e Maria Teresa), dominicanas que ficaram conhecidas como Las Mariposas e se opuseram à ditadura de Rafael Leónidas Trujillo sendo assassinadas em 25 de novembro de 1960.

Na cidade de Ouricuri mulheres do grupo de Mulheres do Araripe e do Fórum de Mulheres do Araripe realizaram a destruição de panfletos e na Avenida Fernando Bezerra falando sobre este dia e da importância de todos se unirem por esta causa.

Gezia a primeira à direita

Para Gezia Cristina do Fórum de Mulheres a cada instante a mulher é agredida de todas as formas desde as agressões psicológicas quanto físicas.

Com o isolamento social esta violência tem aumentado o que é um fator preocupante.

A mulher tem o direito de fazer as suas escolhas e precisa denunciar estes agressores.

A Organização Mundial de Saúde define a violência contra a mulher como todo ato de violência baseado no gênero que tem como resultado o dano físico, sexual, psicológico, incluindo ameaças, coerção e privação arbitrária da liberdade, seja na vida pública seja na vida privada. A perspectiva de gênero para compreender a violência contra as mulheres resultou de um longo processo de discussão. Utilizar a categoria de análise gênero, neste caso, significa assumir que a violência decorre de relações desiguais e hierárquicas de poder entre homens e mulheres na sociedade, e que não se deve a doenças, problemas mentais, álcool/drogas ou características inatas às pessoas, mas sim, uma construção social.

Claudia Xenofonte destacou a importância da delegacia da mulher na região e que a luta é diária contra esta violência.

Cláudia a segunda à esquerda

As mulheres precisam de coragem para denunciar mais também necessita de uma delegacia especializada para atender estas mulheres vítimas de agressões. Nossa luta é diária em defesa de nós mulheres, comentou.

Devido estarmos convivendo com pandemia da Covid-19, o grupo de ação das mulheres foi reduzido e mantendo o distanciamento, usando máscara, e Álcool em gel. (Por: Edy Vieira).

Souza Cobranca
Anderson

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